
Com a arma na mão,
O dedo no gatilho…
A vida passa-te a correr na mente.
Todos os momentos por ti vividos atropelam-se…
Uns nos outros!
O que fazer?
As mãos tremem-te,
Os dedos ficam petrificados,
O teu corpo gela.
Os teus olhos brilham,
Não sei se de raiva, se de incerteza…
Para ti o tempo parece que parou!
Continuas com o dedo no gatilho
E as lágrimas correm-te pela face!
Disparas ou não disparas?
A tua dúvida enche-me de receio!
Um anjo desce à Terra e somente diz:
- Dispara! A arma do amor não é para ficar imóvel! Dispara!
O dedo no gatilho…
A vida passa-te a correr na mente.
Todos os momentos por ti vividos atropelam-se…
Uns nos outros!
O que fazer?
As mãos tremem-te,
Os dedos ficam petrificados,
O teu corpo gela.
Os teus olhos brilham,
Não sei se de raiva, se de incerteza…
Para ti o tempo parece que parou!
Continuas com o dedo no gatilho
E as lágrimas correm-te pela face!
Disparas ou não disparas?
A tua dúvida enche-me de receio!
Um anjo desce à Terra e somente diz:
- Dispara! A arma do amor não é para ficar imóvel! Dispara!

